17 junho 2009

Planejamento estratégico é peça fundamental para empresas

15 de junho de 2009 às 00:10
Por Pollyanna Melo com assessoria - www.administradores.com.br



É cada vez maior o número de empresas que, diante da complexidade no cenário empresarial e de tantas turbulências e incertezas, estão buscando ferramentas e técnicas que as auxiliem no processo gerencial. O Planejamento Estratégico é uma das possibilidades e se mostra como instrumento indispensável para a manutenção e crescimento das empresas, principalmente em tempos de crise.
O especialista em novos negócios, Renato Senatore, afirma que ao contrário do que alguns pensam, projetos deste tipo são importantes também para pequenas e médias empresas. No mercado atual uma importante condição para sobrevivência das instituições está ligada à clara definição de seus objetivos e ao traçado antecipado dos possíveis caminhos a serem percorridos para atingí-los.
Senatore usa um case atual para exemplificar a relevância que o planejamento possui. "Nas últimas semanas vimos o caso da Fiat, que fez oferta pelas atividades da General Motors na América Latina, esse é um exemplo de como o mercado é rotativo, e principalmente, de quão importante é a inovação e o planejamento nas organizações, ou seja, a GM, que é uma das grandes montadoras do mundo, não se renovou, manteve seu padrão com carros potentes, exuberantes e, consequentemente, caros e "gastões", quando o mercado pedia o contrário".
Segundo o especialista, devido à grande repercussão das questões ambientais e dos reflexos que a crise econômica traz para os vários setores, há a necessidade de que empresas renovem seus processos e produtos. "Atualmente, a palavra de ordem é economia, seja monetária ou de recursos naturais, sendo assim a Fiat foi correta em suas alterações, renovou sua frota, tem carros modernos, que gastam e custam pouco, daí boa parte da responsabilidade de seu crescimento". Senatore afirma que as empresas precisam entender, que é necessário acompanhar o mercado, e que não adianta apostar em estratégias que deram certo no passado, e hoje são obsoletas. E nesse âmbito o planejamento estratégico é uma ferramenta indispensável.
No exemplo usado pelo especialista observa-se a inversão de papéis entre as duas empresas, sendo que em 2000, a GM comprou 20% do capital da FIAT em troca de 5% de seu capital. O negócio se mostrou infrutífero, pois em fevereiro de 2005, a GM anunciou o fim da transação.

26 maio 2009

Futebol brasileiro movimentou R$ 1,7 bilhão em 2008

Principais clubes do País tiveram receita de R$ 1,4 bilhão, o que representou crescimento de 6,1% em relação ao ano anterior, segundo dados preliminares da Lista Casual Auditores de Clubes, elaborada pela Casual Auditores Independentes.

Fernando Murad
22/05/2009 - 16:44


O mercado brasileiro de futebol gerou receitas da ordem de R$ 1,7 bilhão no exercício de 2008. Os 21 principais clubes do País foram responsável por R$ 1,4 bilhão desse montante, o que representou um crescimento de 6,1% em relação ao estudo de 2007 e uma evolução 69% de cinco anos para cá, quando a Casual Auditores Independentes começou a publica a Lista Casual Auditores de Clubes, baseada nas informações financeiras extraídas das demonstrações contáveis dos clubes com maiores receitas.
A receita média dos times presentes na amostra atingiu a casa de R$ 67,5 milhões, enquanto que em 2004 esse valor foi de R$ 39,9 milhões. Os maiores responsáveis, em termos absolutos, pelos novos recursos gerados foram Palmeiras, Portuguesa, Flamengo, Fluminense, Coritiba e Cruzeiro. No entanto, São Paulo e Internacional, com receitas de R$ 160,6 milhões, e R$ 142,2 milhões, respectivamente, são os campeões de arrecadação.
Em 2008, os recursos oriundos da venda de atletas sofreram retração - em virtude da crise mundial desacelerou os investimentos dos clubes do exterior -, mas esse fator foi atenuado pela evolução de dois dígitos de fontes como bilheteria, clube social e esporte amador, patrocínio e publicidade, e cotas de TV. O estudo final será divulgado nos próximos meses.
Segundo projeção da Casual, o mercado brasileiro de clubes de futebol pode encerrar o ano de 2014, depois da Copa do Mundo do Brasil, com receitas de R$ 2,8 bilhões. Esse resultado poderia ser atingido com a geração de novos recursos como a exploração da marca dos clubes, maximização dos recursos com estádios e novos conteúdos de mídia, ações com o torcedor e novos patrocinadores.

Veja a lista com os clubes com as 10 maiores receitas em 2008 (em R$ milhões):

São Paulo: 160
Internacional: 142
Palmeiras: 138
Flamengo: 117
Corinthians: 117
Grêmio: 99
Cruzeiro: 94
Fluminense: 66
Santos: 65
Atlético Mineiro: 57

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/